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Você já deixou de fazer algo que queria…

…porque ficou com medo do que iriam pensar?

Já ensaiou um vídeo mil vezes e não postou. Deixou de falar em uma reunião. Ou de ensinar o que sabe, mesmo sabendo que sabe? Às vezes, isso nem parece medo. Parece que você só está sendo criterioso.

Mas não é critério. É vergonha.

E o mais importante: não é vergonha por fazer algo errado. É vergonha por achar que isso vai ameaçar o que você construiu sobre si. E esse é o ponto de virada.

A ciência da influência

Self-conscious emotions: where self and emotion meet

Jessica L. Tracy & Richard W. Robins | The Self, 2004

O artigo discute as chamadas emoções autoconscientes, como culpa, vergonha, embaraço e orgulho. Elas não são como o medo ou a raiva. Elas dependem de uma coisa a mais: a ativação da sua autoimagem.

Essas emoções só aparecem quando você pensa:

“O que isso que aconteceu diz sobre quem eu sou?”

Ou seja, não é o erro que dói. É o que você acredita que o erro revela sobre sua identidade.

O artigo apresenta um modelo que mostra esse processo.

Esse modelo mostra como as emoções autoconscientes são ativadas. Um evento só vira vergonha, orgulho ou culpa se for interpretado como um reflexo de quem você é. A lógica é simples, mas brutal: Não é o que acontece. É o que você acredita que isso diz sobre você. Influenciadores inconscientes vivem no nível das reações. Líderes com autoconsciência entendem o percurso interno que leva à emoção, e assumem controle narrativo sobre ele.

Ele demonstra que:

  1. Um evento só gera emoção autoconsciente se ele for percebido como relevante para a sua identidade (Identity-Goal Relevance).

  2. A vergonha acontece quando…

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